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terça-feira, 2 de agosto de 2011

/veneno

O álcool já não adormece a dor que sinto. As drogas, essas, nunca foram uma solução possível.
Resta-me a entrega, mesmo sem destino. Sonho com beijos, com suores, estou sedento de suspiros, gemidos, de vontades, da poesia de um momento, da corte, da novidade.
Mas falta-me coragem.

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