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terça-feira, 19 de abril de 2011

/peter pan

Abandonado no chão... um chapéu... no olho um risco negro aprofundando o eu dele mesmo. Envolto em torções e arabesques e por entre linhas suaves e continuas, longe do chão e mais perto da lua e das estrelas que já se confundem com o padrao que brilha no figurino quatidiano que traz vestido; mais perto do nunca alcançado; mais perto do futuro... mais perto do seu mundo do que outro alguém conseguiria. Perdido na inocencia suave e meiga do rosto de menino o olhar...sim profundo... profundo e perdido mas fixo! o olhar de kem nao muito viveu mas que sempre sonhou e sabe onde quer um dia, não muito longe do hoje,chegar!
Talvez perdido no agora, mas certamente sabendo o futuro, tendo como certo o plano detalhado que construiu por debaixo das estrelas enquanto voava e fazendo que pareça improvisado como que por magia torna-o simples...
e o seu olhar profundo, afinal falsamente perdido, mas fixo no seu eu amanhã, desconstroi a imagem de menino, da-lhe uma experiência não de vida mas de astucia calculada qual raposa ardilosa que sabe por onde pisa para alcançar o destino mais facilmente e longe dos perigos.
um menino homem, de corpo no mundo do real mas perdido no sonho que o torna para sempre criança e nao o deixa crescer como os simples, basico e descrente da realizaçao do que se toma hoje por impossivel e\ou inalcançavel...
Com um pensamento bom e sem quaisquer pós de uma qualquer fada ele voa. E dirige-se para a terra que nunca permitirá que deixe um dia de sonhar...

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